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A mostrar mensagens de Junho, 2017

Santos impopulares

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Quando o pessoal da minha turma soube que eu era Cristão, começaram a gozar comigo. Por isso, uma vez, desafiaram-me para fazer algo extremamente parvo. E eu, para não me sentir excluído, decidi ir na onda. Achei que a coisa não era assim tão má, afinal é para mostrar aos colegas da escola que eu sou normal. Tipo, sou Cristão mas não sou maluco. Não ando a bater com um chicote nas costas, nem me prego numa cruz como a malta lá das Filipinas… 

Não me lembro ao certo que vez foi, porque foram várias, mas lembro-me que o que aconteceu comigo foi que me fui tornando um popular santo lá na escola. Os colegas riam-se das minhas piadas, até me tratavam por “senhor prior”. O pior era que a procissão ainda ia no adro e o meu relacionamento com Deus estava a estragar-se. No fundo, eu andava a trocar as prioridades. Seguir Jesus? Nah, eu queria era seguir o que me a minha desinspiração humana me dizia. A partir de certa altura, a Bíblia passou a servir para não deixar buracos livres lá no armário…

Quem tem telhados de vidro...

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“Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho.” diz o ditado. O que que isto dizer? Todos temos as nossas fraquezas e, por isso, devemos ter cuidado ao apontarmos o dedos ao outros. Na realidade, esquecemos isto muitas vezes... daí ser útil o ditado — para, de uma forma resumida, nos fazer “assentar os pés na terra” e trazer à memória uma verdade que tínhamos esquecido, ou até que ignorávamos ser possível, dada a nossa autoimagem inchada pela presunção de que temos tudo controlado e só os outros é que “põem o pé na poça”.

Lamento informar-vos — todos temos telhados de vidro. O facto de sermos seguidores de Jesus e de termos aceite a Sua salvação, reconhecendo a nossa bancarrota espiritual, não nos isenta desta verdade — todos temos defeitos, todos erramos, todos temos alguma coisa que precisa (ainda) ser trabalhada por Deus na nossa vida. Estamos no processo. O reconhecimento da nossa necessidade de receber Cristo como nosso Senhor é o primeiro passo. É o admitirmos que “p…