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A mostrar mensagens de Julho, 2017

Sede de algo mais que títulos

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Hoje somos continuamente bombardeados com notícias, updades de estados, atualizações de dados, o que quer que lhe chamemos… é a vida ao limite na era da informação no imediato.
Isso não será mau de todo, muito embora o reconhecido professor e consultor Peter Drucker fosse da opinião que “Quanto menos dados precisarmos, melhor a informação”. A ideia de Drucker partia de um ponto essencial… estamos mais bem informados, se tivermos menos quantidade de dados a flutuar à nossa volta. Basta a quantidade certa, fulcral e fundamental. Tudo o resto é “entulho para o cérebro, barulho que vai distrair o nosso órgão responsável por armazenar e gerir a informação.

5 erros comuns na Comunicação de Eventos

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1) NÃO ANUNCIAR O EVENTO ATEMPADAMENTE - Nem 8 nem 80, mas se quer que as pessoas reservem nas suas agendas os dias do evento, faça-o com a maior brevidade possível. Para isso, antes da comunicação, há toda a preparação do evento que deve ser feita também com tempo. Quanto maior a abrangência (local, regional, nacional ou global), maior a antecipação. Não é por acaso que grandes eventos internacionais são anunciados com 1 ano ou mais de antecedência. Alguns são preparados com 2 e 3 anos de antecedência para que a primeira comunicação com datas, locais e principais oradores, seja real e fidedigna.

Salvador

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Salvou-nos a honra. Levou-nos ao rubro. Fez o (quase) impossível. Foi assim que, depois quase 50 tentativas, conseguimos. Muitos anos depois dos tempos áureos do Festival da Canção, naquela época em que havia um e depois dois canais televisivos, na qual o país parava para ver a competição — a nacional e a europeia — aconteceu outra vez. E ganhámos.

Durante uns tempos o povo andou feliz. A vitória do Salvador somou-se a outros eventos que marcaram alguns por motivos de devoção religiosa e/ou clubística... outros, nem por isso. A verdade é que todos estes acontecimentos deram um alento à nação, se bem que passageiro, até voltarmos às rotinas e problemas diários da vida, do país e do mundo.

A canção que o Salvador interpretou de forma fantástica, escrita pela irmã, Luísa Sobral, fez-me pensar no “meu” Salvador.

Jesus, Maomé e Buda sentaram-se a falar…

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…e basicamente chegaram todos à mesma conclusão. Se os três se apresentam como máximo exemplo de vida ou como mensageiros de Deus, então alguma coisa não bate bem. Começaram então a debater alguns pontos para ver onde chegava: pecado, unidade com Deus, etc. Jesus deixou-os falar…
BUDA… QUE ALGUÉM TE ACUDA! Uma das coisas que havia que resolver, era a questão do pecado. Sim, porque o pecado é uma coisa séria e não se resolve com brincadeiras. Afeta a toda a Criação de Deus, mesmo tendo sido ela a meter-se nessa alhada. A questão é que Deus ama tanto o ser humano, que não o quer deixar separado de Si e perdido pela eternidade. Para Buda, a coisa resolve-se com uns quantos ciclos de reencarnações (tipo máquina de lavar roupa, chamado Samsara), no qual o que fazes tem sempre uma reação (Karma) e que só acaba quando te libertas de todas as coisas que te “prendem” ao mundo que te rodeia através da meditação e de uma vida de desprendimento. A isso chama-se o Nirvana. Uma ideia muito gira, mas …