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A mostrar mensagens de Maio, 2013

Candeeiros sem interruptores

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O meu pai é eletricista. Passei a vida toda a vê-lo reparar máquinas, televisões, etc. Na oficina dele haviam muitas peças e material elétrico.
Fios, lâmpadas e interruptores são coisas banais, não achas? Pois é... mas imagina o que aconteceria se os candeeiros lá de casa não tivessem interruptores e estivessem sempre ligados? Tinhas que por uma venda nos olhos para conseguires dormir e o teu pai tinha que ir ao hospital quando a conta da luz chegasse...
Quando Jesus falou acerca de sermos a luz do mundo ainda não havia eletricidade. Haviam outras maneiras de iluminar as casa, especialmente as lamparinas.
“Vocês são a luz do mundo. Uma cidade situada no alto de um monte não se pode esconder. Também não se acende um candeeiro para o pôr debaixo da caixa. Pelo contrário, põe-se mas é num lugar em que alumie bem a todos os que estiverem em casa. Do mesmo modo, façam brilhar a vossa luz diante de toda a gente, para que vejam as vossas boas ações e deem louvores ao vosso Pai que está nos céus…

“O mar pode dar-nos paz”(1)

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Numa manhã, enquanto lia o resumo dos jornais, fui despertada pelo título acima. No site do Diário de Notícias um pediatra “tem bem noção que se pode e deve aproveitar a ‘nossa enorme costa’ para alcançar algo que ‘nós temos cada vez menos, que é paz’.”(1) Como vivi quase toda a minha vida a 10 minutos da praia, sempre gostei de estar perto do mar, mesmo no inverno. Para mim, um bom livro, uma esplanada e o mar são dos melhores ingredientes para uma tarde perfeita. No entanto, a paz que temos cada vez menos, nem sempre se encontra na paisagem costeira. Vêm as ondas bravias de setembro. As tempestades de inverno dão à costa vagas imensas. Pescadores corajosos, em alto mar, desdobram-se para vencer as tempestades enquanto tentam salvaguardar as suas vidas e o seu ganha-pão. O mar pode transmitir paz na bonança, mas atira-nos a adrenalina e o pavor para altos níveis quando a tempestade vem. Nestes dias de grandes perturbações sociais, económicas e pessoais, precisamos de paz a sério, indep…