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A mostrar mensagens de Julho, 2016

A arte de bem morrer

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A luta pelo direito a uma morte “boa” tem sido trazida a público recentemente.
Mais do que antes, e em parte devido à mobilização de várias figuras públicas numa declaração conjunta, somos confrontados com uma questão. Porque é que uma pessoa não pode escolher se quer ou não viver? E a partir dessa, surgem naturalmente o como, o quando, o onde… A precipitação do ser humano em querer dominar a morte, é uma consequência prática da degeneração que vem sendo produzida pelo pecado, dia após dia, ano após ano, década após década. E como? Pela quebra de proximidade gerada no Éden, o Homem passou a lidar com sentimentos, pensamentos ou momentos de intensa carga negativa (Génesis 3:17-19). Instalaram-se a mentira, o homicídio (Génesis 4:3-8), a vingança (Génesis 4:23-24)…

O culto da violência

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Zombies, vampiros, toneladas de sangue e de pessoas a morrer. Não existe promoção mais fácil para obter fãs nos dias de hoje. Podemos fechar os olhos, tapar os ouvidos e cantar para dentro, fingindo que nada disso é verdade. Mas estamos apenas a enganar-nos a nós próprios.
O mundo em que vivemos não resiste a saber as notícias na hora. E como consequência, tudo o que sejam atentados, desastres e catástrofes, aparecem de imediato e (muitas vezes) com imagens que ferem o coração e a mente das pessoas. E como se isso não chegasse, a indústria do cinema e dos videojogos produz cada vez mais filmes e jogos sangrentos, baseado no terror e no oculto. Existe uma espécie de culto à violência e não dá ar que abrandar ou desaparecer.

Marcha lenta

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Era o caos no trânsito. Uma marcha lenta contra alguma coisa que descontentava quem por isso marchava... e, assim, quem queria andar, acabava por parar ou marchar a “passo de caracol”. Na rádio ouviam-se os “senhores do trânsito” a falar de “caos”, de procurar “alternativas” e de filas a chegar aos dois dígitos de quilómetros. A marcha, que lá ia mais lenta que silenciosa, prosseguia sem “dar cavaco” ao transtorno alheio, ou mesmo pensando que ele (o transtorno) faria mudar alguma coisa.

Muitas guerras, nenhum trono

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É verdade, a série que anda a mexer com a atenção de várias pessoas está de volta. E com ela voltam os dilemas, a ação, o suspense e as quantidades gigantes de sangue, gente com pouca roupa e ainda mais gente a morrer. Fixe, certo? Não…

O fenómeno da Guerra dos Tronos tem criado fãs e mais fãs e mais fãs. Aparentemente, o consumo fácil de violência tem agora como bónus o da nudez e do sexo. A tua pergunta vai ser certamente: “Então, mas qual é o problema?”. Vamos por partes…