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A mostrar mensagens de Setembro, 2009

Para quê?

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É hoje uma das notícias do Jornal de Negócios:

51,3% dos portugueses adultos não fala uma única língua estrangeira Mais de metade da população adulta no nosso País admite não falar outra língua além do português. Os dados são do Eurostat e colocam Portugal como o segundo membro da UE onde há mais pessoas que não falam línguas estrangeiras.
"Saber uma língua estrangeira para quê?" Perguntam alguns... Não sou perita em fenómenos sociais, mas uma análise superficial faz-me acreditar que sim, é importante. Se o nosso país se quer desenvolver e crescer, especialmente nas relações políticas e comerciais com países estrangeiros, é conveniente que nos entendamos uns aos outros... A língua ajuda a estabelecer comunicação e a criar laços, partilha, progresso, mudança...

Mas este tema levou-me a pensar noutro aspecto: a linguagem que nós cristãos usamos. Sejamos honestos e façamos o teste: se uma pessoa entrar pela primeira vez nalgum tipo de reunião ou celebração, será que conseguimos …

Regressos

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Nos placards, regresso às aulas. Nas conversas de café, regresso ao trabalho. Voltar. Retornar. Retomar. Regressar.

Podemos estar confortáveis e não desejar abandonar a situação em que nos encontramos. Foi pouco tempo ou deu para ficar com alguns hábitos enraizados, mas as circunstâncias, as obrigações, o dever, leva-nos a regressar. Talvez com algo novo na bagagem. Com alguma tristeza e saudade.

Há regressos que não custam, quando a fase ou o meio em que estamos nos perturba, ou nos entristece... são retornos desejados, ambicionados, sonhados até. Também voltamos diferentes. Com novas experiências para partilhar. Às vezes com cicatrizes para mostrar.

A vida leva-nos a retornar aos braços do Pai, quando desejamos. Podemos contar-Lhe como custa regressar ou como voltamos cansados do que vivemos.

Deus não tem regressos... ele está lá para nos acolher, a toda a hora, todos os dias!

"Por isso não devemos ser como escravos medrosos e servis, mas devemos comportarmo-nos como verdadeiros…

Em frente...

O Pai deixou-nos sair de casa, com a nossa parte da herança, numa atitude semelhante à notícia da fase terminal no consultório... como se disséssemos "preferia que estivesses morto".

Rebeldia? Desamor? Infidelidade? Tentação? Revolta? Apatia? Saímos, para longe. Longe do Pai. Primeiro longe do coração, depois da vista e, finalmente, da Sua presença e protecção.

Agora, o regresso a casa pode ser uma decisão difícil quando esbanjámos o tempo, a vida, num movimento de independência não circunscrita.

Não precisamos esperar estar mergulhados na lama, tendo por companhia os porcos, a nossa fome desesperada e o coração pisado pelo caminho que tomámos.

Ainda que hoje nos possamos ver ao espelho como autênticos heróis que serão capazes de sair do fundo do poço, tenhamos a consciência de que a nossa condição, ao nos afastarmos do Pai, nos levou a hipotecar o Seu propósito para a nossa vida... mas há esperança!

Mudar de rumo é uma hipótese que, ou consideramos agora ou podemos vir a te…

"Jesus já trabalha e não quer férias"

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