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A mostrar mensagens de Novembro, 2017

O amor do nosso Pai

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Estava confuso. Como é que era possível? Depois de tudo que fiz? Como é que ele me pode receber assim? Eu deixei-o por escolha própria. Pedi as partilha e fui-me embora. Fui viver a vida como se ele estivesse morto.

Depois de tudo gasto e de perder os amigos que tinha (ao meu dinheiro!), fiquei na miséria. A minha ruína era literal, em todos os sentidos...

Então, recordei como ele tratava os nossos empregados — mesmo aqueles que tinham as tarefas mais humildes. A minha fome era demasiado penosa para me manter assim. “Vou mas é ter com o meu pai e digo-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já nem mereço ser teu filho, mas aceita-me como um dos teus trabalhadores.” (Lucas 15:18-19, BPT)