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A mostrar mensagens de Dezembro, 2012

Finalmente!

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Já cheira a férias... de Natal! O calor do verão dá lugar ao aconchego da lareira. As dias grandes, são trocados pelas grandes reuniões de família. Cheira a prendas, a comida, a comunhão... ou não!
Apesar de Natal rimar com comercial, fica bem melhor ao lado da palavra generosidade. Em vez de darmos presentes, precisamos estar presentes, junto daqueles que nos são queridos ou que, pelas ruas, não são assim tão queridos pelos seres humanos, mas desprezados ou esquecidos, num lar, numa esquina. A comida “come-nos” a atenção, em vez de nos fazer pensar n’Aquele que é o Pão do Céu que satisfaz totalmente aqueles que O experimentam e seguem.
Somos generosos não porque é da época mas porque Cristo, a razão do Natal, nos mostrou a generosidade, vindo ao mundo para Se oferecer por cada um de nós, morrendo de braços abertos na cruz – para que o nosso pecado fosse pago e recebêssemos a vida eterna, vida fantástica e desafiante com Deus.
E é a aceitação desse presente, Jesus, e o arrependimento do…

(In)satisfeitos?

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A nossa sociedade não é muito diferente de outras que a antecederam. Muda o estilo do vestuário, aspetos da linguagem, as técnicas de construção civil, os meios de comunicação, mas a insatisfação do ser humano é transversal. Vê-se na História Universal e na nossa história pessoal. Vivemos numa sociedade insatisfeita que se consome à procura da satisfação. “Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura. Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de David. (...) Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os s…