09 setembro 2015

Dores de cabeça

Para quem não sabe, a minha esposa e eu, temos um filho pequeno. É bastante engraçado, tem quase dois anos e nos últimos meses, lembra-se das coisas mais incríveis (e mais alucinadas que possas imaginar). Desde atirar peças de Lego pela janela fora, passando por se enviar dentro de caixotes, terminando em tentar subir estantes cheias de livros, é comum eu acabar a dizer “o meu filho dá-me umas dores de cabeça”.

Não o faço por mal, digo isso porque o amo imenso, porque quero o melhor para ele. E quero evitar que se magoe. Por vezes, acaba por se meter em sarilhos, sobretudo quando cai no chão ou se entala numa gaveta (onde por sinal, não deveria sequer estar a mexer). O facto é simples, quero preservá-lo e ajudá-lo, mas muitas vezes ele acaba por se ver aflito durante um bocadinho, seja lá porque motivo for…

08 setembro 2015

“Morre atropelada pelo próprio carro”

Era este o título de uma notícia naquela manhã. Despertou-me a atenção pela situação em si e também pelo facto de se tratar de uma conterrânea minha.
Dizia o jornalista que Maria Helena, “uma mulher, de 53 anos, morreu ontem atropelada pelo próprio carro, que terá ficado destravado quando ia abrir o portão de casa, em Casal Pinheiro, nas Caldas da Rainha. A vítima ficou debaixo da viatura e teve morte imediata.”1 Os pormenores do acidente mortal são macabros e dispensamos reproduzi-los... mas tudo isto sucedeu por causa de um pequeno descuido.

07 setembro 2015

O que tens nas tuas mãos?

É uma das maiores e mais conhecidas igrejas do mundo e eu tive oportunidade de estar lá, na maior Conferência da Austrália (com mais de 30 000 pessoas). Equipas de louvor brutais, uma comunicação do melhor que há, uma organização espetacular... Ao regressar pensava “se eu tivesse os meios que eles têm...”

A verdade é que, muitas vezes, achamos que aquilo que podemos fazer é pouco porque aquilo que somos e temos é tão pequeno... mas Deus tem uma outra visão das coisas.