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A mostrar mensagens de Setembro, 2016

Shiuuu!

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Escolher um tema para esta Krónica foi complicado. A mania do Pokemon Go já deu que falar e não é o melhor assunto para abordar como comparação ao evangelismo. Terrorismo? Não… assustados já estão muitos de vocês com o recomeço das aulas! Séries? A sério!? Já temos falado de algumas e tenho amigos que já se meteram comigo por causa disso. Mas então, vamos falar de quê?
Se calhar é a melhor altura para nos calarmos e ouvirmos Deus. Ouvir o que Ele tem para nos dizer sobre o modo como vivemos, como pensamos, como encaramos todas as coisas, todos os dias. Não se trata de nos tornarmos “santos populares”, mas de nos tornarmos mais como Jesus. Em sermos mansos e humildes (Mateus 11:29) num mundo cada vez mais violento. Em sabermos ouvir em primeiro lugar, antes de explodirmos a cada contrariedade e barafustarmos por isso (Tiago 1:19).

Orlando sem desculpas

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Foi um massacre. Um ataque atroz. Um atentado. Uma chacina. 50 mortos e 53 feridos. Um atirador, morto pela polícia. O motivo: seria religioso ou puramente homofóbico? Passeei um pouco por vários sites e blogues, para me por ao corrente das notícias... e depois pensei.
Pensei no caminho que a humanidade está a tomar, de extremos e extremismos, de ódios e orgulhos, quer dos que se dizem religiosos quer dos que se dizem ateus. Pensei nesta nossa garra de querermos ser os donos da verdade e sermos capazes de tudo e qualquer coisa para prová-la e afirmá-la, ao ponto de matarmos outra pessoa. Pensei na escassez de amor incondicional e desinteressado, tal como a Bíblia afirma que faltaria nos últimos dias.

A (des)ilusão da autoajuda

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“Autoajuda. Perdoa-te a ti mesmo. Ama-te.” Todas estas estão expressões muito em voga na atualidade. Nunca tanto como hoje, nem na era do Renascimento, se viu um culto à própria pessoa ou ao Humanismo.
O Homem decidiu ser o centro de si mesmo. E tudo o mais que exista, serve para orbitar em torno dele, como um acessório. Esta é uma resposta natural (embora desequilibrada) aos excessos vividos em pleno Séc. XX e às atrocidades dos conflitos armados, problemas económicos e crises humanitárias que o assolaram.
Após épocas marcantes como o advento do laicismo ou o majestoso desenvolvimento da produção industrial em massa, o Homem virou-se para si mesmo. Afinal, porque não o faria? Livrara-se do peso da tradicionalidade religiosa e desenvolvera métodos que o faziam produzir ainda mais e melhor. Os acontecimentos que vieram marcar a humanidade, nas décadas seguintes, como a Grande Depressão, as duas Grandes Guerras ou a proliferação de doenças como o cancro e a SIDA, levaram o ser humano a …