01 dezembro 2003

Compaixão - Acção urgente

Nos últimos tempos, existe uma palavra que tem marcado claramente a minha vida: COMPAIXÃO. Quero compartilhar contigo alguns pensamentos que tenho coleccionado e que têm revolucionado a minha maneira de ver os outros.

COMPAIXÃO, o que quer dizer?
Nada melhor do que um dicionário para nos ajudar... COMPAIXÃO é o “sentimento de pesar que em nós desperta o mal de outrem; pena; dó; comiseração; piedade.” Noutras palavras, é sentir cá dentro um “peso” ao ver e viver os problemas e dificuldades das outras pessoas.

COMPAIXÃO, uma parábola.
Agora, vamos um pouco mais longe. Convido-te a mergulhar no teu imaginário bíblico e a relembrar uma das parábolas mais importantes do Evangelho: o Bom Samaritano (Lucas 10:25 a 37).

Em traços largos, Jesus explicou o que é o amor ao próximo e quem é o nosso próximo. Ele contou a história de um judeu que vinha de Jerusalém para Jericó. Este homem é assaltado, maltratado e deixado ao abandono, meio morto. Passam dois religiosos que o ignoram, mas um samaritano que ía de viagem passou, parou e auxiliou aquela vítima.

Um retrato da sociedade
“O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir (...)” (João 10:10)  Nesta parábola vemos naquela vítima uma caracterização fiel da nossa sociedade actual.

Satanás tem roubado à sociedade a comunhão com Deus, a paz verdadeira, a alegria, as bençãos. Está sempre pronto a tirar a vida abundante de Deus, separando-nos d’Ele (morte=separação), tornando as vidas das pessoas sem uma Causa maior do que aquela de estudar, casar, ter um bom emprego, filhos, saúde e dinheiro... estas são importantes mas não nos preenchem totalmente.

O nosso inimigo tem feito tudo para destruir a estabilidade das famílias através de situações que levam ao divórcio, acorrentando milhares de pessoas a dependências físicas e psicológicas, levando as pessoas a procurar soluções espirituais obscuras que as aprisionam, marcando crianças com os actos mais imorais e horriveis da história da humanidade.

A motivação
O Sacerdote e o Levita seriam, pela lógica, aqueles que deveriam de ter ajudado o homem, certo? Mas parece que o que se passou na cabecinha daqueles dois religiosos foi tão mecânico e desumano que eles não mexeram um dedo para o ajudar... eles passaram de largo, como se estivessem a ver um caixote do lixo mal-cheiroso e não quisessem ficar “contaminados”.

Por outro lado, o samaritano surpreendeu positivamente! Numa lógica humana, ele seria a última pessoa que estaria disposta a ajudar, uma vez que os habitantes de Jerusalém eram inimigos dos samaritanos. Mas ele “moveu-se de íntima compaixão” (v.33) ao ver aquele homem ferido e mal-tratado. O samaritano curou as feridas do judeu, transportou-o até uma estalagem e só descançou quando o homem ficou bom.

Aqui estamos perante a insensibilidade da religião em contraste com a compaixão em acção. A religião leva-nos a agir para agradar, para ser visto, para cumprir regras. A compaixão leva-nos a fazer algo por amor verdadeiro, sem esperar ter nada em troca.

É urgente!
“Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? E disse ele: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faz da mesma maneira.” (v.36 e 37) É muito interessante compreender o significado desta história... mas, mais do que isso, Deus espera de nós uma resposta.

A nossa sociedade precisa, com urgência, de BONS SAMARITANOS. Não de religiosos presunçosos e orgulhosos por serem detentores da verdadeira religião, que ficam num pedestal à espera que os outros se aproximem deles... São precisas, sim, pessoas que se MOVAM DE ÍNTIMA COMPAIXÃO… não me refiro a pessoal que só se lembra da palavra “dar” na altura do Natal… é muito mais do que isso!

Pessoas que não sejam do mundo mas estejam no mundo, para marcar a diferença antes de mais pelas atitudes. Rapazes, raparigas, crianças, adultos e idosos que tenham o firme propósito de alcançar vidas, colocando em prática aquilo que aprenderam na Palavra de Deus. Vidas que sigam o exemplo de Deus. Ele amou tanto os pecadores que deu aquilo de mais precioso que tinha: o Seu Único Filho!

Cristãos que possam, tal como Jesus, dar a vida pelos amigos e inimigos, naquilo que está ao seu alcance, sem esperar nada em troca... simplesmente por sentir o sofrimento dos outros e querer vê-los sorrir. Crentes sensíveis, capazes de se aproximar de pessoas com as quais não se relacionam habitualmente para as ajudar. Gente que está disposta a orar, jejuar e investir nos outros, sendo persistente e paciente, pois Deus tem um tempo certo para tudo.

“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:35)

É urgente agir, obedecer à Palavra de Deus, para que possamos ser sal e luz que verdadeiramente marque a diferença, e conquistemos esta geração para Jesus.

Tem um Santo Natal,

Ana Ramalho
in revista Boa Semente, secção Boa Semente, Dezembro 2003

01 setembro 2003

Lições da Austrália

Visitei o país dos meus sonhos, estive na Igreja de Hillsong e aprendi muitas coisas!

Desde os 12 anos que sonhava visitar a Austrália... Desde essa altura, tive oportunidade de conhecer pessoas que já lá tinham estado a viver ou simplesmente de férias. Todos me diziam a mesma coisa: se puderes ir, vai!

Mais do que um sonho, ir ao outro lado do mundo tornou-se um objectivo... especialmente quando comecei a conhecer o trabalho de louvor e adoração da Igreja de Hillsong, que é uma das maiores (senão a maior) Assembleias de Deus na Austrália. Fiquei espantada quando vi, no site oficial, que esta igreja começou há 20 anos com cerca de 70 pessoas e hoje tem, espalhadas na área metropolitana de Sydney, 14.000 membros. Não acham que é interessante??

Este ano, Deus abriu as portas para realizar o meu sonho de quase 18 anos. Juntei o útil ao agradável e estive cerca de 3 semanas a visitar Sydney, os arredores e a participar na Conferência Hillsong. Foram umas férias que nunca mais vou esquecer, acredita!

Mas... mais do que satisfazer a vossa curiosidade acerca do país e da Igreja, escrevo este artigo para partilhar convosco alguns pensamentos e lições que fui coleccionando na minha viagem.

Quando vamos a uma Igreja como aquela podemos ficar tão focados na maneira como está organizada, na maneira como o culto está estruturado, no modo como tudo funciona que não vemos aquilo que realmente importa: a causa que faz aqueles crentes trabalhar, evangelizar e preparar a igreja para a Grande Comissão.
Uma coisa é certa: não podemos copiar todos os métodos, organizações e tipos de Igrejas simplesmente porque Deus os está a usar numa cultura, numa sociedade, numa nação particular. Por funcionar ali, não significa que funcione na Ásia, em África ou na Europa.

Estamos em Portugal. Temos de olhar para a nossa cultura, a nossa sociedade, a nossa nação, o início do nosso movimento e orar a sério, para que Deus nos ajude a compreender como podemos conquistar a nossa nação para Ele.

Voltarmos ao que é básico e que se calhar se perdeu durante a nossa caminhada cristã... voltarmos à simplicidade, à pureza, à integridade, à paixão por Deus e pela vida das pessoas... e realizar eventos, actividades, retiros, com objectivos claros para todos os que trabalham e participam: trazer pessoas das trevas para a Luz. Olhar para a nossa escola, o nosso emprego, o nosso prédio, o nosso bairro e recomeçar a orar pelos perdidos, a falar de Jesus com as nossas palavras e o nosso testemunho.

Estarmos prontos e dispostos para pagar o preço da diferença, colocando a vontade moral de Deus (Bíblia) em primeiro lugar na nossa vida. Prontos para ajudar no que for preciso, lá na nossa Igreja onde podemos ser os únicos jovens... Sermos pessoas disponíveis na nossa Igreja Local, prontos para dizer, com sinceridade, ao nosso pastor “Estou aqui para o que for preciso”. Compreendermos que Deus nos quer usar  onde nós estamos, através dos nossos talentos, do nosso tempo, dos nossos recursos financeiros, de toda a nossa vida.

E agora, que voltamos das férias, dos retiros, é tempo de pensar... e tirar conclusões.
-    Quantas vezes faço jejum e oração pela salvação dos meus amigos?
-    Quantas vezes não me disponibilizo a ajudar na igreja, simplesmente porque não me apetece?
-    Fico triste quando alguém lá na escola goza com as coisas de Deus?
-    Quantas vezes oro pelo meu pastor?
-    Perfiro ficar nas primeiras filas do templo, ou cá atrás para andar a passar recadinhos aos meus amigos? Como é que Deus vê a minha atitude no culto?

Estes pontos, antes de mais, são para eu pensar... Tenho ainda muito para aprender e melhorar. É por isso que estou na Igreja! Mas... espero que tenhas ficado a reflectir, tal como eu fiquei... podes nunca sair de Portugal, nem conhecer uma grande Igreja, mas uma coisa é certa: podes marcar a diferença e ser uma luz que atrai os outros para Cristo.

Um abraço a todos... e escrevam-me!

Ana Ramalho

in revista Boa Semente, secção BSteen, Setembro 2003

01 julho 2003

Post-its de Deus

No frigorífico, no monitor, no meio dos livros e dos teus apontamentos... Os post-its estão por todo o lado. Aqueles papelinhos amarelos ou de outras cores, das formas mais variadas, foram uma das invenções mais úteis do Século XX. Servem, essencialmente, para escrevermos algo de importante, que não pode ser esquecido.

Há tempos, quando estava a estudar a Palavra de Deus, descobri que Ele também nos deixou alguns post-its na Bíblia... Deus deixou coisas importantes, escritas, as quais são fundamentais e não podemos esquecer.

E agora, vamos lá descobrir alguns dos post-its de Deus.

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças, de nenhum dos seus benefícios” (Salmo 103:2)

Neste versículo, David deixa-te um recado importante: Louva a Deus por tudo o que Ele fez e faz na tua vida! Já pensaste bem nas coisas boas que Deus te dá? Entre outras coisas, Ele coloca anjos à tua volta para te livrar dos perigos que surgem (Salmo 34:7); Ele dá-te o pão de cada dia (Mateus 6:11)... Ele cuida de ti!

Louvar a Deus com as nossas palavras, hinos e também com as nossas vidas, é o modo mais bonito de homenageá-Lo pelos seus benefícios... É a melhor maneira de não nos esquecermos daquilo que Ele é para nós dia-a-dia. É importante não esqueceres que louvor não se trata apenas de palavras, mas também de atitudes. O teu estilo de vida deve ser agradável a Deus.


“Recrear-me-ei nos teus estatutos: não me esquecerei da tua palavra.” (Salmo 119:11)

 Aqui, David escreve um post-it para ninguém se esquecer: nem ele, nem nós! Não te esqueceres da Palavra de Deus, não significa lembrares de a trazer a todos os cultos, Escolas Dominicais e reuniões de jovens. É preciso teres a Bíblia na mão e também no coração!

O salmista desperta-nos para nos dedicarmos a saber o que Deus gosta, como Ele quer que vivamos e aquilo que agrada ao coração de Deus. Como? Através da Palavra de Deus. Este é um recado muito importante! A cada dia precisamos de descobrir os tesouros da Grande Carta de Deus para o Homem e depois guardá-los cá dentro.

A maior riqueza que podemos ter não é roupa de marca, nem aquelas sapatilhas todas “fashion”, um telemóvel com MMS ou uma mota que deixa as miúdas da escola caidínhas... Não! O maior dos tesouros que podes ter, sem dúvida, é aquilo que Deus deixou para ti na Sua Palavra!


“Lembra-te do teu Criador, nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos, dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento.” (Eclesiastes 12:1)

Salomão alerta-nos para a importância de assumirmos um compromisso sério com Deus desde cedo... Enquanto és teen ou jovem é o tempo certo de dedicares a tua vida a Deus. Não estejas à espera de ser casado, de ter filhos ou até andar de bengala para servir a Deus. Em todas as idades podes entregar-te a Deus, mas Ele quer que sejas Dele AGORA, HOJE, JÁ!

AGORA que tens força, energia, ideias, tempo... Ele quer que lhe dês a tua vida TODA.

HOJE porque amanhã pode ser tarde... não te posso dizer qual vai ser o teu futuro, mas garanto-te que com Deus estás sempre em boa companhia.

JÁ porque a tua resposta a este post-it de Deus tem de ser imediata!

O escritor de Eclesiastes não diz para nos lembrarmos de Deus apenas quando estamos com problemas... Ele fala de uma entrega total ao Senhor. És capaz de te lembrar de Deus a partir de hoje, em todas as áreas da tua vida? Tens coragem para colocá-Lo sempre em primeiro lugar nas tuas decisões? E a Sua Palavra é, de facto, o teu Mapa da vida?


Estes são apenas alguns recados que Deus deixou na Sua Palavra... Há muito mais para descobrir. Desta vez deixo-te 3 desafios:
-    Não te esqueças de louvar a Deus pelos Seus benefícios
-    Guarda a Sua palavra no teu coração e põe-na em prática na tua vida
-    Lembra-te do teu Criador agora, enquanto és jovem

Nós ficamos a orar por ti! Força!

Ana Ramalho


in revista Boa Semente, secção BSteen, Julho 2003

01 fevereiro 2003

A tua ilha

O que é uma ilha? Não te vou pedir para ires ao dicionário... Tu sabes muito bem que uma ilha é um pedaço de terra cercado de água por todos os lados, certo?

Não te preocupes! Não estamos aqui para substituir a tua professora de Geografia, mas... procura o mapa-mundo aí em casa e olha bem para as ilhas que existem no nosso planeta: são centenas! Já imaginaste o que sentiram os nossos navegadores que, no século XV, se aventuraram e partiram até lugares desconhecidos? Alguns atracaram em Africa, outros no Brasil, outros ainda descobriram ilhas que até ali eram desconhecidas. Deve ter sido emocionante para eles. E hoje? Como é que tu poderias ir parar a uma ilha?

Férias!
Caraíbas, Havai, Républica Dominicana, Maldivas, Madeira... É só entrares numa agência de viagens e escolheres o teu destino. Mochila às costas, bem fornecido com 6 embalagens de protector solar, óculos de sol, a toalhinha e o indespensável chinelinho de praia. O avião descola e, horas depois, lá estás tu no paraíso. É bom tirarmos férias para descansar e sair um pouco da rotina, faz bem e aconselhamos a todos... mas é uma viagem com bilhete de ida e volta. Mais cedo ou mais tarde, vais regressar à rotina, ao dia-a-dia. Faz bem parar e reflectir sobre a nossa relação com Deus, connosco próprios e com os outros. Se calhar não temos dinheiro para viajar, mas temos tempo para pensar. É preciso orar e, até mesmo, jejuar, passar um tempo especial com Ele. (2 Crónicas 20: 3 e 4)

Naufrágio!
Lembras-te da história do Titanic? Diziam que nem Deus poderia destruir aquele navio. O facto é que bastou “apenas” um iceberg e, em pouco tempo, o navio afundou-se. Os botes não chegavam para todos os seus passageiros. Coletes salva-vidas? Muito poucos! Muitas pessoas morreram congeladas, outras afogadas. Alguns sobreviveram para contar a história.

Quantas pessoas andam por aí a naufragar? A vida delas embateu contra o iceberg da ruptura de relacionamentos e/ou da incerteza quanto ao futuro. Pais divorciados, famílias destruídas, amigos que nos decepcionam ou mesmo desilusões connosco próprios. Muitos dão à costa da ilha do isolamento porque a tempestade da vida foi dura demais e não pediram socorro Àquele que pode acalmar o vento e o mar (Mateus 8:23 a 27). Tu olhas para o mar e perguntas como podes sair dali. Procuras sobreviver pelas tuas próprias forças. Constróis uma jangada de incertezas e rumas num mar de dúvidas mas a tua vida volta a dar à costa. A tua família põe meio-mundo à tua procura. Todos os canais de TV passam a tua foto durante meses no telejornal. Barcos, helicópetros e mergulhadores... uma operação de salvamento até agora sem resultados. Um dia resolves pedir ajuda. Depois de teres tentado todos os meios possiveis e imaginários, cais de joelhos na praia e gritas para o Céu, vezes sem conta: “DEUS, SALVA-ME!” Horas depois, já estás junto da tua família, envolto num cobertor, a beber um chá bem quente. Eles estavam mesmo do outro lado da ilha e ouviram-te gritar. Deus só está à espera que nós falemos com Ele para Lhe pedir ajuda... Sem medos! (Jeremias 33:3)

Comprei uma ilha!
“Quero a minha independência! Estou farto disto tudo... telemóveis, autógrafos, família... Vou comprar uma ilha só para mim!” Os milionários, actores ou modelos podem cometer estas loucuras. Isolam-se do resto do mundo para esquecer a popularidade, os amigos interesseiros, a falta de tempo para a família, os vícios, os problemas... Às vezes nós somos assim. Isolamos os sentidos nas 4 paredes do nosso interior, fechamos a porta aos conselhos dos nossos pais e corremos as pressianas, para a luz de Deus não entrar, apenas porque a chave está no nosso orgulho, o que facilita a queda deste precipício. Mais um passo, mais um dia a falar com os outros, mas sem dizer nada do que se passa dentro de ti. Solidão, dor, revolta... dizes que ninguém gosta de ti, mas tu voltaste as costas aos outros e, se continuares assim, vais mesmo cair no abismo. A Bíblia fala acerca de um homem que fugiu das suas responsabilidades: Jonas. Mas ele acabou por achar uma solução (Jonas 2).

E tu?
Falámos de ilhas e de pessoas. Turismo? Naufrágio? Isolamento? Qual é o teu caso? Em que situação é que te revês? Qual a tua posição geográfica em relação a Deus e aos outros? Em que oceano estás? Que tipo de pessoas te rodeiam? Será que continuas a querer fazer tudo pela tua própria vontade e não pedes a Deus que te resgate dessa vida sem futuro? Está na altura de construir pontes, laços de amizade fortalecidos, laços familiares restaurados. O teu interior precisa de ser curado e inundado pelo amor infinito de Deus. Esta é a hora de deixares o teu casulo, seja ele qual for, e voares livremente para uma nova vida de amor e paz que Deus tem para ti (Isaias 55: 1 a 7; Isaias 59: 1 e 2; João 6:37).

Deus te abençoe.

Rute Rodrigues e Ana Ramalho

in revista Boa Semente, secção BSteen, Março 2003