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A mostrar mensagens de Dezembro, 2016

Quando menos é mais

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Aoshi, 26 anos, negociador de títulos na Bolsa de Tóquio, coloca a chave à porta de casa. Ao entrar, respira fundo e contempla o espaço em vazio, que outrora fora ocupado por várias mobílias estilo chic da Harvey’s. Não se sente desapontado, ao invés, o espaço livre permite-lhe respirar e fazê-lo sentir-se menos preso ao espírito consumista que alastrou pelo seu país.

Por oposição à corrente de consumo desenfreado, o Japão vive atualmente tempos de minimalismo. Divisões amplas menos mobiladas, menos apetrechos tecnológicos, maior simplicidade nas posses. Um caso a ter em conta…

O Natal futuro

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Já falámos sobre o Natal passado, o Natal presente e agora sobra o quê? Se não andas a dormir nas aulas de Língua Portuguesa, sabes que é o futuro. Mas dizer o quê sobre isso? A Ana e o Hugo já disseram praticamente tudo… ou pelo menos assim pode parecer.

Imaginar o Natal futuro não é apenas pensar em como celebrar o próximo Natal. Trata-se de pensar mesmo de vamos ter Natal! Ao ritmo a que as coisas correm, completamente alucinante e sem parar, a sociedade nem toma o gosto às coisas. Vivemos na geração do imediato, da sms, do digital e artificial. E, por causa disso, tornámos o Natal em algo sem sabor. 

O Natal passado

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Uma das sagas mais marcantes da minha adolescência/juventude foram os filmes “Regresso ao futuro” – se não conheces pergunta aos teus pais. A ideia presente era a possibilidade de avançar e retroceder no tempo e mudar o rumo da vida dos personagens. Já pensaste se isso fosse mesmo possível? Podemos voltar atrás para reparar algum erro que cometemos ou avançarmos para conhecermos o futuro? 

Como sugere o título, vamos falar aqui do passado. A verdade é que o que passou, passou... não temos esse poder fantasiado nos filmes de retroceder no tempo, seja para corrigir alguma coisa, seja para reviver momentos tão felizes que gostávamos que nunca mais fossem acabar.

Lenços de papel & afins

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A lista de personalidades que nos deixaram em 2016 é enorme. Só para lembrar três: o humorista português Nicolau Breyner, o escritor e pastor Tim LaHaye, da série de livros Deixados para trás, e Muhammad Ali, pugilista. Mas há mais, muito mais. Pessoas que na sua vida tiveram uma relevância enorme em várias áreas, desde a política ao desporto, passando pela cultura, a medicina, etc.

Não querendo deixar um travo mórbido nesta minha última crónica de 2016, gostaria que refletíssemos na brevidade da vida e das suas distâncias, antes de entrarmos num ano novo, de novas oportunidades e desafios.

4 razões para partilhar a fé

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Os estereótipos que nos vêm à mente, nem sempre muito positivos, acerca do ato de evangelizar ou de testemunhar, levaram-me por isso (e não só), a escrever “partilhar a fé”, pois é uma expressão mais global e abrangente.

Sem mais demoras, vamos ao que interessa: porque é que precisamos testemunhar acerca do que Jesus fez na nossa vida? Isso não é só para “alguns”, nomeadamente, os evangelistas? Os “profissionais”?