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Livro de Josué

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O livro de Josué (um dos espias que trouxe um relatório positivo sobre a terra de Canaã) narra-nos os acontecimentos relativos a Israel, após a entrada na Terra Prometida. É o seguimento histórico do Pentateuco, além de marcar uma nova fase na liderança do povo. Após Moisés, é Josué quem lidera e guia o povo na incursão e tomada de posse das terras às quais Deus os tinha guiado. O livro pode dividir-se em três blocos específicos.

No primeiro bloco, que compreende os capítulos 1 a 12, é relatada a conquista de Canaã, iniciando com a travessia do Jordão (1-4) e prosseguindo com a marcante tomada de Jericó (5:13-6:27). Este é um bloco importante, pois alude à importância da confiança em Deus e da nossa necessidade de levar a cabo a Sua vontade, sob a Sua direção e no Seu tempo. O contrariar da vontade divina, acarreta não raras vezes, consequências que podem ser desastrosas. Aqui pode ser tomado como exemplo o pecado de Acã (7), que desobedecendo a Deus, guarda uma parte do saque de Jeric…

"Quem? Eu?!"

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Estávamos à procura de estacionamento para irmos almoçar. À nossa frente, um carro pequeno fazia marcha atrás, para deixar passar um outro automóvel. A certa altura pum! – o “carrito” bateu na porta de um terceiro carro que estava estacionado e seguiu viagem.

Continuámos o nosso caminho, às voltas, à procura de um lugar. Por coincidência ou não, cruzámo-nos com a senhora que conduzia o “carro criminoso” e avisámos “Desculpe, a senhora pode não ter reparado mas bateu num carro que estava estacionado ali na praça quando fez marcha atrás. Era melhor ir ver isso...”. “Quem? Eu?!” exclamou a senhora, um pouco espantada.

Mais do que uma paixão!

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Já alguma vez te sentiste sozinho? Desamparado, sem ajuda de ninguém? A pensar que o mundo inteiro te despreza e que não vales nada? Bem, se isso já te aconteceu, é normal que não te sintas bem. Temos a tendência em valorizar mais as coisas negativas do que as positivas. E isso acontece, porque vivemos num mundo em que o pecado ainda gera problemas, como as doenças, as guerras, as desilusões, etc.
Mas tenho uma novidade para ti! Apesar de poderes não o sentir, existe Alguém que te ama. Alguém que conhece profundamente a dor no teu coração, que sabe o que te magoa e que vê e ouve quando choras. Deus não é apenas um conceito da Filosofia ou da Teologia, não! Ele é real, Ele existe e Ele faz aquilo que nós somos totalmente incapazes de fazer… Ama-nos primeiro, na condição em que estamos. Não importa se és gay, se consomes drogas, se mentes, se tens problemas psiquiátricos. Deus ama-te tanto, que enviou a única pessoa que é totalmente como Ele (o Seu Filho, Jesus), para morrer de maneira …

O melhor Natal

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Aconchegada nos cobertores, naquele sábado frio, sozinha, pensava nos dias contrastantes que tivera, não tanto pelo clima em si mas pelos afetos, pelo calor humano que a proximidade se desdobrava em lhe proporcionar. Pelo aspeto, pouco daríamos por ela, ou teríamos a aparente nobre atitude de pôr a moeda escura na sua mão suja, que moribunda se oferecia em busca de ajuda, num gesto descartável que imuniza a consciência. Debaixo daquele aqueduto, encostada num canto tão sombrio como os seus dias, resumia-se à companhia de uma garrafa meio cheia, tão vazia de esperança que estava.

Reflexões sobre a Criação - Imensidão de águas

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Na temática da simbologia bíblica, o mar é apontado pelo Cardeal Gianfranco Ravasi, como a limitação da terra e como o fim de tudo

É no principal do vasto manto líquido que cobre o planeta Terra, que se encontra o mistério das profundezas, o desconhecimento do que existe além horizonte. Obras como épicas como a “Odisseia” ou “Gilgamesh” são melhor narradas com o sabor a mar na mente e o cheiro a sal no coração. É também no mar que vários relatos bíblicos são vividos.

Da paternidade divina - I

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Um dos insondáveis mistérios do Cristianismo centra-se na compreensão de Deus como Pai.
Este fenómeno condiciona muitas vezes, o relacionamento entre um cristão e Deus, dado que a tendência primordial é associar a figura do pai biológico/adoptivo à figura do Pai divino.
Na verdade, o processo de parentalidade de Deus deve ser visto como um processo adoptivo. É por meio de Jesus, que somos chamados a este modelo familiar e essencialmente espiritual, muito embora sem descurar a parte relacional. Enquanto seres humanos, somos dotados de defeitos e virtudes, que nos condicionam os relacionamentos sócio-afectivos. Esse condicionamento em conseguir perceber o amor divino, reflecte-se na nossa vivência diária.

Da Palavra escrita à Palavra encarnada

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“Tole, lege”ou em português, toma e lê, foram as palavras que Agostinho de Hipona ouviu dado dia num jardim.

Ditas por uma voz desconhecida, estas palavras levaram-no a aceder às Sagradas Escrituras de modo a poder lê-las e escutar o que a voz de Deus lhe diria através do silêncio e da oração.

Ainda hoje, é importante que façamos o exercício da disciplina do silêncio, da leitura das Escrituras e da oração das mesmas com o Deus. Toda a Palavra escrita, diário da revelação de Deus ao Homem e do relacionamento entre ambos durante séculos, serve como sustentáculo histórico à fé Cristã. Esse conjunto de livros a que chamamos Bíblia, não é como o Alcorão, um livro a ser adorado. Mas força-nos a um caminho, a um trajecto em que a intimidade com a Palavra encarnada (Jesus de Nazaré) é anunciada; torna essa intimidade desejada, processada e concretizada.

Lacrimosa

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Ouvir o Requiem de Mozart, sobretudo a Lacrimosa, é um exercício de introspecção e reconhecimento do ser humano.

O andamento é pesaroso, mas ao mesmo tempo angelical. Ao soar dos acordes, as vozes elevam-se anunciando o dia de um julgamento final e vindouro, no qual toda a cinza se levantará e todo o Homem será julgado.
Sente-se o peso do pecado, que arrasta a alma para o fundo do abismo, qual Jonas engolido por um peixe de proporções enormes. A consternação de um Manassés humilhado e dorido, a tristeza de um Pedro acabado de negar conhecer Cristo, o choro de Jesus pela morte de Lázaro. Todas estas cenas seriam adornadas em belo efeito pela obra de Mozart, a qual nos transporta para um local onde olhamos para dentro de um abismo demoradamente. O abismo que nos contempla a nós em retorno, tal como Nietzsche fez questão de afirmar. Um abismo em que somos confrontados com a realidade do Inferno de Sartre: a dolorosa interacção com o próximo, quando não queremos essa interacção.

Ritmos de vida

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Há alguns meses fui convidada para ser uma das oradoras de uma conferência que tinha como tema “Vida Fabulosa”... e a minha família não estava propriamente a passar pela fase mais fabulosa. Estávamos a enfrentar várias lutas e desafios, além da “ressaca” de quatro anos de mudanças intensas (conhecemo-nos, namorámos, casámos e nasceu o nosso filho). Como estávamos habituados a andar a alta velocidade (em especial eu!), nem sentimos como tantas mudanças nos estavam a afetar individualmente e como família. Em especial, termos um filho. É bom mas muda a nossa vida toda!

Mínimos!

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Minions (ou Mínimos, conforme lhes queiras chamar)! De certeza que sabes o que são os Minions! O Bob, o Stuart e o Kevin são os protagonistas do último filme em que estes bonecos amarelos aparecem. E se já os conheces, provavelmente sabes que por vezes, os Minions não são propriamente as coisas mais espertas do mundo. Digamos até que são um bocadinho... como hei de explicar… tipo, lerdos!
O que é interessante, é que os Minions são seres com uma missão desde o início. Servir incondicionalmente, aquele que for o pior, mais terrível e mais assustador vilão… Dê por onde der, com mais ou menos problemas e aventuras, lá levam a cena deles avante.

O mais importante

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Com o coração acelerado, corria numa angústia dilacerante, procurando lá chegar a todo o custo. Já não era cedo. O quiosque fechava dali a minutos e, na mão, a nota e o papel “da sorte” começavam a ensopar-se. A chuva arrazoava uma enorme tempestade, enquanto fingia não estar encharcada de ansiedade e expectativa. O suor misturava-se com as gotas que o temporal lacrimejava e, depois, com a lágrima teimosa que apareceu ao dar com as comportas fechadas. Não chegou a tempo... e aquela poderia ser “a” semana em a infelicidade da sua vida seria salva por um miraculoso jackpot. Não lhe gabo a sorte, agora num canto, abrigada pelas estreitas varandas da praça, enquanto espera que tudo se acalme. Ela vai regressar ao cúmulo da subsistência, na esperança de tentar, novamente, daqui a dias. Mas não me posso esconder atrás do meu guarda-chuva religioso, e olhar de lado a sua vida e a sua desesperança disfarçadas de má sorte, de um talvez que lhe saia aos milhões.

Isto não é uma brincadeira!

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Já ouviste falar das séries The Walking Dead ou Sobrenatural? Provavelmente, és capaz de já te teres cruzado com alguma imagem do Twillight ou de filmes e séries do mesmo género.
Se perguntares a alguém da minha idade, não era comum passarem tantas séries de horror ou que lidassem com o oculto de uma forma tão direta na nossa adolescência. E se perguntares aos teus pais ou avós, muito menos. Há uns anos atrás, o oculto e o obscuro ficavam num sítio: no mundo das sombras e da imaginação.

(Re)volta

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Todas as histórias de encantar começam com “Era uma vez”, mas não sei se esta, tão real, terá o mesmo final feliz que a tradição me prometeu. O vazio não mente. As paredes despidas da cor de outrora não enganam. E o mar do teu silêncio grita aos meus ouvidos numa ausência de corpo, alma, espírito, de coração. No monte dos gritos secos, da agonia heterogénea entre a dor e o desapego forçado, dói-me o coração quase de morte, num pranto exacerbado pelo tempo que apagou as pegadas que deixaste ao fugir por esse chão. Numa revolta anunciada, de malas e bagagens arrebatadas pelos sonhos e pelo orgulho de descobrir o sabor mortal do pecado disfarçado pelo sucesso prometido, embrenhaste-te pela penumbra, numa valsa ilusória, num triunfo efémero, numa espiral onde os aplausos ensurdeceram a tua consciência, a história, o passado.

Livro de Neemias

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O livro de Neemias é, a par do livro de Esdras (e no seguimento dos livros das Crónicas), uma importante referência para o estudo da divisão de Israel enquanto reino. Historicamente, o livro é colocado no período do séc. V a.C., quando Neemias servia como copeiro de Artaxerxes I em Susa (anterior capital o Império da Pérsia, do qual o atual Irão fez parte). Mas a sua importância singular, não assenta apenas nesse facto. Neemias foi, como nos diz Paul Freston, “um profissional o serviço do Reino”. Foi um servo de Deus, que mesmo estando deslocado da capital da sua pátria mãe e local central de culto, servia dedicadamente a um rei pagão, ao ponto de alguns académicos sugerirem uma relação de amizade e proximidade entre ambos. Esse facto seria atestado pela questão de Artaxerxes I a Neemias e consequente desenvolvimento de acontecimentos (Neemias 2:1-9).

Dores de cabeça

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Para quem não sabe, a minha esposa e eu, temos um filho pequeno. É bastante engraçado, tem quase dois anos e nos últimos meses, lembra-se das coisas mais incríveis (e mais alucinadas que possas imaginar). Desde atirar peças de Lego pela janela fora, passando por se enviar dentro de caixotes, terminando em tentar subir estantes cheias de livros, é comum eu acabar a dizer “o meu filho dá-me umas dores de cabeça”.
Não o faço por mal, digo isso porque o amo imenso, porque quero o melhor para ele. E quero evitar que se magoe. Por vezes, acaba por se meter em sarilhos, sobretudo quando cai no chão ou se entala numa gaveta (onde por sinal, não deveria sequer estar a mexer). O facto é simples, quero preservá-lo e ajudá-lo, mas muitas vezes ele acaba por se ver aflito durante um bocadinho, seja lá porque motivo for…

“Morre atropelada pelo próprio carro”

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Era este o título de uma notícia naquela manhã. Despertou-me a atenção pela situação em si e também pelo facto de se tratar de uma conterrânea minha. Dizia o jornalista que Maria Helena, “uma mulher, de 53 anos, morreu ontem atropelada pelo próprio carro, que terá ficado destravado quando ia abrir o portão de casa, em Casal Pinheiro, nas Caldas da Rainha. A vítima ficou debaixo da viatura e teve morte imediata.”1 Os pormenores do acidente mortal são macabros e dispensamos reproduzi-los... mas tudo isto sucedeu por causa de um pequeno descuido.

O que tens nas tuas mãos?

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É uma das maiores e mais conhecidas igrejas do mundo e eu tive oportunidade de estar lá, na maior Conferência da Austrália (com mais de 30 000 pessoas). Equipas de louvor brutais, uma comunicação do melhor que há, uma organização espetacular... Ao regressar pensava “se eu tivesse os meios que eles têm...”
A verdade é que, muitas vezes, achamos que aquilo que podemos fazer é pouco porque aquilo que somos e temos é tão pequeno... mas Deus tem uma outra visão das coisas.

"Caça Tesouros"

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“Nas pequenas cidades e estradas secundárias dos EUA há tesouros que ainda esperam que alguém os descubra. Tratam-se de valiosas relíquias que ficaram escondidas sob montões de resíduos, enterradas em celeiros ou empilhadas em garagens.”1 É desta forma que o site do Canal História começa a apresentar um dos meus programa de TV preferidos: “Caça Tesouros”. Mike Wolfe e o seu sócio, Frank Fritz, percorrem os EUA (e não só) em busca de objetos icónicos, com valor histórico, para depois os venderem nas suas lojas. É fascinante aquilo que encontram e as pessoas com quem se cruzam, as suas histórias.

A sós com a dor

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Deus é um Deus de amor e de justiça. Mas não é esquizofrénico. Não tem prazer na nossa dor, não é daqueles que bate palmas quando escorregamos ao comprido. Ele quer que nós possamos relacionar-nos com Ele, que possamos viver eternamente bem e que O tenhamos mais próximo que o nosso bater do coração.
Deus não tem prazer na nossa tristeza, não se ri de nós na nossa fraqueza. Sabe quando choramos e sabe porque choramos. Sabe o quanto nos custa passar por momentos de dor, situações de medo e dias de tristeza. Não existe quem nos conheça melhor do que Ele!
Se sentes um peso brutal no teu coração, fala com Ele porque é Deus quem te vai aliviar esse peso. Se vives numa tensão diária e com receio, confia em Deus que é quem nos guarda e nos guia. Se a solidão te ataca e sentes desespero, se achas que vives a sós com a dor… Deixa que seja Ele a afastar essa solidão, a esmagar esse desespero, a sarar essa dor.

Quando menos é mais...

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Sei que não faz sentido. Como é que menos, pode algum dia, passar a valer mais? Vamos lá deixar de brincar, algo negativo nunca pode vir a ser bom. Certo? Algo que que é menos, que é fraco, mau ou básico jamais pode vir a valer alguma coisa. É ou não é assim?
Normalmente é isto que pensamos. Vivemos com uma carga de “querer mais”, um desejo tão grande de ter as novidades todas, que nem paramos para pensar… E é isso mesmo que tu e eu vamos fazer neste momento. Já paraste para pensar que o teu menos hoje, é mais do que muitos reis e rainhas teriam? Casa de banho, água canalizada e potável, colchão macio, possibilidade de viajar de um lado ao outro da cidade rapidamente…Parecem-nos coisas tão básicas, tão “menos”, mas que na verdade são um “mais” na nossa vida. De facto, somos formatados pela televisão, pelas marcas e pelo ambiente em que vivemos; e formatados para buscar uma satisfação… Ter sempre mais! Querer mais! Temos que consumir sempre mais, ser sempre mais do que os outros… Má ide…

Paz?

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A violência em vários extratos sociais foi notícia no passado mês de maio nos diversos meios de comunicação portugueses O mesmo adjetivo, “violentos”, para adolescentes, adeptos desportivos, agentes da polícia, clientes... Os vídeos repetiam-se, noticiário após noticiário. Entrevistas, reportagens e opiniões acerca de casos isolados, foram-nos entrando pela casa a dentro, como se de uma novidade se tratasse. E, qual a novidade, afinal? Hoje estamos expostos a cenas violentas, de forma brutal. A violência verbal, psicológica e física nunca foi tão vulgar nem tão banalizada. Não me quero alongar neste ponto, até porque, na edição de maio que dedicámos à família, a Dr.ª Elsa Correia Pereira escreveu acerca deste tópico o interessante artigo “Violência: Sociedade, Media e Família”.

“Quanto vale uma vida?”

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A edição de 25 de fevereiro passado da revista Sábado despertou a minha atenção com este título, encabeçando uma investigação acerca do Estado e dos seus critérios de investimento na área da Saúde. “Qual o valor de uma pessoa? Haverá um limite orçamental para salvar a vida de alguém? E quem determina esse limite?” – questões que, se calhar, nos passaram pela mente quando assistimos a diversas notícias acerca de pessoas a morrer enquanto esperavam por ser atendidas nos serviços de urgência, enquanto aguardavam que lhes dessem autorização para ter acesso a um medicamento que iria tratar do seu problema de saúde, etc..

Meio ano...

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Fazemos este mês meio ano de BSteen em 2015. Tem sido um desafio fantástico, com muitas oportunidades concedidas e muitas lutas. Mas ainda acreditamos que o melhor está por vir!
É verdade, levantámos a fasquia, mas queremos que possam desfrutar ainda mais deste ministério durante o resto do ano. E podem perguntar, “mas a BSteen é um ministério? O que é isso?”. Ora bem, assim em traços curtos e sem ser muito nerd, um ministério é algo que representa um meio de servir a Deus. Falar de Deus aos amigos é um ministério. Ajudar os pobres é um ministério. Trabalhar esta revista todos os meses, muitas vezes com desafios o tamanho mails e mais mails, com toneladas de criatividade… É algo que é um desafio be-ru-tal (podem ler brutal, foi só para soar mais novo).

“A Casa dos Segredos” e a formiga

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A última edição de “A Casa dos Segredos” teve 105 mil inscritos, mais do dobro dos que se candidataram ao ensino superior na primeira fase (pouco mais de 42 mil). Parece que há mais gente a querer ser estrela do que a querer ir para a faculdade.
Concorrer à faculdade, estudar e terminar um curso é uma dificuldade! É mais trabalhoso do que passar uns meses num realitty-show que dá fama e protagonismo a uns poucos concorrentes durante uns tempos. Perante um futuro muito incerto, dada a crise no mercado de trabalho, é mais tentador ter um tempo, por mais curto que seja, de fama e algum dinheiro, do que ter que trabalhar meses a fio para uma carreira que parece mais um sonho do que uma possibilidade. A questão – lá está – é que tipo de futuro queremos construir e até onde.

A prova de avaliação

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É verdade que o assunto da prova de avaliação de capacidades e conhecimentos a professores contratados tem feito “correr muita tinta”. De um lado, dizem que ela é imprescindível. De outro lado, dizem que ela é inútil. Depois de se saberem os resultados, destacaram-se na comunicação social os erros dos professores... e a polémica continuou (e continua). As avaliações que vamos tendo ao longo do nosso percurso académico e profissional nem sempre são justas nem justificáveis. Às vezes os objetivos propostos podem ser consideradas impossíveis de alcançar com os meios e no meio em que estamos. Precisamos de prestar contas, é verdade, mas nem sempre há bom senso nas exigências que nos são pedidas.

Carga de trabalhos

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Trabalhar dá trabalho. Mas que verdade, certo? E na fase em que a maioria de vocês está, começam (ou pelo menos já deviam ter assim uma ideia pequena, mesmo que seja microscópica) do que “querem fazer quando forem grandes”.
Todos nós passamos pelo mesmo! A pressão social para escolhermos o nosso futuro já começa cedo. Clubes de futebol contratam futuras estrelas com 11 anos, existem escolas em que o ensino é tão especializado que vem quase desde a pré-primária, enfim…
Mas, e no que toca à Igreja? Sim, a Igreja! O que é que estás a fazer? Existe também um processo em que aprendemos, quando nos reunimos para orar, para estudar as Escrituras, para aprendermos mais na Escola Dominical. Mas também existe uma altura de meter a mão na massa, de fazermos a nossa parte. E não se trata de aquecer cadeiras ou de ser um frequentador profissional de reuniões.

Chamados para fora, mas com os pés cá dentro

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Se calhar nunca pensaste bem no que quer dizer a palavra “igreja”. Ou então tal já tenhas pensado. E provavelmente, aproveitaste o Google e procuraste pelo termo.
De certeza que encontras várias respostas, umas melhores que outras. Mas uma das que vais certamente encontrar é o termo “chamados para fora”. E sim, é verdade que essa pode ser uma das traduções daquela palavra grega esquisita (ekklesia). Mas ela não nos explica afinal para fora de quê ou do quê somos chamados. E aí começam os problemas. O que muitas pessoas nos dizem, é que somos chamados para fora dos templos, dos edifícios e de outros locais de culto. Que somos chamados para fora da denominação e das organizações. Será que estão certas? Nem por isso...

Vida Fabulosa - Programa "Luz das Nações" 10/4/2015

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Malas e caixotes

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Caixas e mais caixas. Caixotes e mais caixotes. Mudar de casa é o “cabo dos trabalhos”.

Se já tinha mudado de casa várias vezes em solteira e deu trabalho, agora casada e com um filho, o trabalho quase triplicou! Parecia que não tínhamos “grande coisa”, mas atrás da porta daquele roupeiro estava um mundo... de roupa, dentro da gaveta da cómoda estava uma galáxia... de lençóis e nas prateleiras do escritório um autêntico universo... de livros (muitos livros).

A verdade é que mudar de casa envolve gerir estas e outras complicações e algumas burocracias. Mas é uma boa oportunidade para fazermos uma “limpeza” no que acumulámos ao longo dos anos. Dar algumas coisas que já foram úteis mas neste momento são dispensáveis e servem apenas para ocupar espaço, tão precioso para arrumarmos aquilo de que realmente necessitamos.

Celebrar a Páscoa - Programa "Luz das Nações" 3/4/2015

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Celebrar a vida em família

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Celebração é geralmente sinónimo de festa, de algum evento memorável que merece ser recordado e desfrutado. No passado mês de janeiro, no meio de alguns sentimentos divididos, a nossa família mudou de residência. E pelo meio desse processo, que foi forçado por necessidade de abrandar ritmos de vida, passámos por algumas situações em que celebrar era tudo menos a palavra de ordem. Tínhamos a certeza de que estávamos a fazer o melhor, mas as circunstâncias e variáveis resultavam em imprevistos complicados. Um fornecedor que não ativava o serviço de gás, um forno que avariou, um móvel cuja montagem quase requeria um doutoramento… Celebrar para quê? Todo este processo parecia um fiasco!

“Os muros do mundo”*

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Em novembro passado celebraram-se 25 anos da queda do muro de Berlim. Nas minhas viagens pela internet, li uma interessante reportagem acerca de outros muros (sete, neste caso) que continuam a “dividir o mundo”. O artigo mencionava muros que dividem vários, como a Coreia do Norte da Coreia do Sul, a Cisjordânia de Israel, os Estados Unidos do México, etc. Existem outros muros, claro, mas estes sete são tremendos pela sua importância. Eles dividem, distanciam, isolam. São barreiras, fronteiras, separadores. No meio da euforia da celebração da queda do muro de Berlim, talvez estes muros passassem despercebidos. Estes e outros muros. E talvez o pior dos muros...

Vem para perto!

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“Se não for o Senhor a construir a casa, será inútil o trabalho dos operários. Se não for o Senhor a guardar a cidade, não adiantará nada a vigília das sentinelas. De nada serve o trabalhar desde a madrugada até altas horas da noite, e comer o pão ganho com suor. Pois que Deus quer dar aos seus filhos o justo descanso.” (Salmo 127:1-2, OL)
Mais um teste, uma prova, um exame, um trabalho de grupo... mais horas a pesquisar, estudar e a tratar de tudo para teres a melhor nota (ou para pelo menos teres positiva). Talvez não te apeteça pegar nos livros e nos apontamentos, passar tempo a estudar à volta dos cadernos ou a escrever no computador. Apetecer, apetece estar à conversa com alguém no Facebook, ir ao shopping com os amigos, ou não fazer nada... mas a verdade é que tens muito para estudar, e para fazer.

Time’s up! Acabou o tempo!

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Vivemos com pesos em cima. Vários pesos que nos arrastam para baixo e quase nos afogam nas rotinas do dia a dia. Vivemos em contra relógio, sempre a tentar ganhar e contar o tempo. E dizemos que tempo é dinheiro, que não temos tempo a perder, que o nosso tempo é precioso.
A nossa vida é medida em ciclos de tempo. Como aprendeste na escola, 60 segundos fazem 1 minuto, 60 minutos fazem 1 hora e 24 horas fazem 1 dia. Medimos esses dias por calendários, marcamos datas especiais e dias importantes. Vivemos com um relógio sempre a marcar o tempo. Não nos podemos atrasar para as aulas, não podemos esquecer que temos trabalhos para fazer, coisas para estudar, sítios onde ir…

Frases#1 - Ser filho(a) de Deus

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Aqui ficam alguns pensamentos recolhidos das minhas conjeturas no Facebook acerca do tema "Ser filho(a) de Deus".

ADORO [ser Tua filha] DEUS
Ser filho com mentalidade de servo é tão mau como ser filho com mentalidade de ditador, mas os sintomas são diferentes!
Filhos que servem ou Servos com rotulo de filhos? Pai, ajuda-me a perceber que 1º que tudo sou Tua filha. Assim seja!
Ser filho de Deus. Não basta nascer, é preciso crescer. O teu alimento determina também o teu crescimento. O que comeste hoje?

1 Mano = 1 Amigo

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Mais um retiro com pessoal de todo o país. Estávamos juntos para buscar a Deus, aprender, fazer amigos, etc. No final, eram as despedidas chorosas e as promessas de trocar correspondência até ao próximo retiro (sim, foi há 20 anos).
Ter amigos que só vemos duas vezes por ano, é fácil... mas manter amizades conhecendo os “feitios e defeitos” uns dos outros é mais complicado. Por causa disso, às vezes parece “melhor” ter apenas amigos de retiros ou amigos de fora da Igreja. Mas, como manos e manas em Cristo, temos um desafio enorme: é importante estarmos unidos a Deus e uns aos outros.

Ele ama-te!

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Já ouviste falar do Josh Groban? É o autor de uma música chamada “You are loved (Don’t give up)”, que em português, dá qualquer coisa como “Tu és amado (não desistas)”.
À partida, pode soar a algo extremamente sentimental ou fofinho, daquele tipo de música boa para se ouvir no Dia dos Namorados. Mas não tem grande coisa a ver com isso… Sim, a música fala de amor e até podia funcionar como uma balada. Mas o foco principal está em amarmos o próximo e estarmos disponíveis para ajudar.

Vistos Gold*

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"O visto gold [dourado] é uma autorização para entrada e residência em Portugal, atribuído a cidadãos não naturais da União Europeia ou residentes fora do Espaço Schengen a troco de um investimento financeiro avultado ou da criação de emprego.”* Polémicas, demissões e investigações à parte, esta é uma autorização peculiar que exige um custo considerável da parte de quem a quer. Nem tudo é assim na vida, mas a verdade é que muitas coisas são-nos entregues em troca de alguma outra coisa. Um diploma, “em troca” de anos de estudo e de uma avaliação positiva. Um salário, “em troca” do nosso trabalho. Um apartamento, “em troca” de uma determinada quantia. E a lista poderia continuar, indefinidamente.

O livro de Job

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Na ordem de composição do canon bíblico, Job figura como o primeiro dos livros poéticos. Não existe uma autoria consensual em relação a este livro, sendo no entanto apontado Moisés, devido à antiguidade de composição do livro. Segundo a tradição judaica, o livro de Job terá sido escrito anteriormente ao de Génesis, o que reforçará a tese de que Moisés terá redigido este relato da vida de Job. A principal temática do livro não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo, muito embora sejam temas recorrentes no mesmo. O assunto principal centra-se na questão da soberania de Deus e no relacionamento entre o ser humano e o Criador.

Acabar/começar

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No mês passado deves ter lido algo com um título parecido aqui na BSteen. Mas quis partilhar mais alguma coisa convosco este mês…
Estamos agora a começar o ano e com ele vamos ter 365 oportunidades diferentes. O que fazemos com elas vai ser de nossa responsabilidade, por isso convém que as usemos bem.E para percebermos como usar bem essas oportunidades, nada melhor do que irmos à Carta de Amor do Pai, a Bíblia! De facto, porque Deus nos ama tanto (ao ponto de Jesus vir morrer por nós), Ele dá-nos também uma espécie de manual de instruções. Esse manual, ensina-nos várias coisas, entre as quais, como podermos viver de maneira a mostrar o amor do Pai.

Expectativas

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Quais as vossas expectativas para 2015? Uma pergunta. Algumas respostas. Talvez tantas quantas as pessoas que a leram. Há no ar uma necessidade de mudança no fechar de um ano e no abrir de uma nova página da vida, cheia de oportunidades. Talvez “porque sim”, ou porque realmente haja um grito por algo novo que nos roube a mesmice, o vazio, e traga a realização que sempre sonhámos mas nunca alcançámos. Por nos habituarmos às resoluções de fim/início de ano inacabadas talvez estranhemos que alguém as concretize realmente, passando da teoria à prática. E talvez essa seja uma boa desculpa para não termos objetivos, rendendo-nos à passividade de quem vê os dias passar, à espera que tudo mude, sem que tenham necessidade de fazer seja aquilo que for.