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A mostrar mensagens de Dezembro, 2014

"A todos um bom Natal"*

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Época de hinos clássicos, o Natal está a chegar. Ao olhar para o segundo Natal do meu herdeiro, recordo os primeiros natais de que tenho memória... e logo surge o tema, bem nacional, que dá título a este artigo.

Por mais que não queira, enquanto escrevo, começo a cantarolar a canção que me ficou no ouvido desde cedo. E na curiosidade que vem talvez da influência inocente de uma criança presente, redescubro a letra e medito.

“Nesta manhã de Natal / Há em todos os países / Muitos milhões de meninos / Felizes”. As palavras soam belas, não fossem as imagens do jornal de ontem, do noticiário da manhã, do documentário desta noite. Tantas crianças, no meio dos escombros da guerra que não compraram, mártires sem escolha, desalojados, órfãos, famintos. Enquanto nos queixamos da nossa crise, e nos continuamos a abarrotar de comida e de presentes, é um contraste pensar no Natal que outros não têm, desconhecem ou vivem. Para uma cultura de herança judaico-cristã e, vou mais longe, para uma pessoa (…

Connosco... e contigo!

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Ando há várias semana a pensar no que escrever este mês, por duas razões. A primeira é que, depois de 5 anos a abrir a BSteen com este texto (Contigo), vou-me dedicar às outras páginas da revista (pelo menos de vez enquando) e dar lugar ao Ricardo, com as suas Krónicas. A segunda é que dezembro é aquele mês especial em que falamos da Pessoa mais especial que já palmilhou esta terra.
Eu poderia ter falado o ano inteiro acerca dessa Pessoa. É verdade que falei de várias histórias que encontramos na Bíblia, das suas lições, exemplo e inspiração. Mas, pensando bem, tinha muito para dizer sobre Ele – Aquele que lembramos por esta altura, Jesus.
Talvez as luzes das ruas e os enfeites da árvore, os “comes e bebes” e a reunião da família nos distraiam daquilo que realmente é importante – o nascimento de Jesus. E, o homenzinho de barbas brancas que é tão popular por estes dias nos faça pensar mais para os presentes que queremos receber, do que do maior dos presentes – Jesus.
“Deus amou de tal mod…

Carne de porco, carne de vaca e coisas assim...

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Há uns anos, numas férias, depois de ter perguntado num restaurante que tipo de carne trazia uma grelhada mista, deram-me uma resposta fantástica! A empregada disse-me que a grelhada mista era uma coisa que trazia “carne de porco, carne de vaca e coisas assim...”.
Ou seja, na altura fiquei a perceber o mesmo! Só pude perceber o que era, quando vi o que estava à minha frente. E acredita, se eu soubesse o que era, na altura tinha pensado bem antes de pedir... Ou pelo menos, não tinha ficado com cara de espantalho a olhar para a empregada e a tentar perceber se o “coisas assim” fazia parte do prato e era comestível ou não. Será que era alguma surpresa que ia valer a pena? Aquela parte não explicada foi quanto chegou para me deixar mais que curioso, pelos piores motivos...
Isto pode parecer estranho, mas a verdade é que muitas vezes fazemos o mesmo quando alguém nos pergunta em quem acreditamos e porquê. Somos capazes de dizer tudo, desde falar da burra de Balaão até tentar explicar o livro…