24 abril 2015

Chamados para fora, mas com os pés cá dentro

Se calhar nunca pensaste bem no que quer dizer a palavra “igreja”. Ou então tal já tenhas pensado. E provavelmente, aproveitaste o Google e procuraste pelo termo.

De certeza que encontras várias respostas, umas melhores que outras. Mas uma das que vais certamente encontrar é o termo “chamados para fora”. E sim, é verdade que essa pode ser uma das traduções daquela palavra grega esquisita (ekklesia). Mas ela não nos explica afinal para fora de quê ou do quê somos chamados. E aí começam os problemas. O que muitas pessoas nos dizem, é que somos chamados para fora dos templos, dos edifícios e de outros locais de culto. Que somos chamados para fora da denominação e das organizações. Será que estão certas? Nem por isso...

14 abril 2015

Malas e caixotes

Caixas e mais caixas. Caixotes e mais caixotes. Mudar de casa é o “cabo dos trabalhos”.

Se já tinha mudado de casa várias vezes em solteira e deu trabalho, agora casada e com um filho, o trabalho quase triplicou! Parecia que não tínhamos “grande coisa”, mas atrás da porta daquele roupeiro estava um mundo... de roupa, dentro da gaveta da cómoda estava uma galáxia... de lençóis e nas prateleiras do escritório um autêntico universo... de livros (muitos livros).

A verdade é que mudar de casa envolve gerir estas e outras complicações e algumas burocracias. Mas é uma boa oportunidade para fazermos uma “limpeza” no que acumulámos ao longo dos anos. Dar algumas coisas que já foram úteis mas neste momento são dispensáveis e servem apenas para ocupar espaço, tão precioso para arrumarmos aquilo de que realmente necessitamos.

10 abril 2015

Celebrar a Páscoa - Programa "Luz das Nações" 3/4/2015


Celebrar a vida em família

Celebração é geralmente sinónimo de festa, de algum evento memorável que merece ser recordado e desfrutado.
No passado mês de janeiro, no meio de alguns sentimentos divididos, a nossa família mudou de residência. E pelo meio desse processo, que foi forçado por necessidade de abrandar ritmos de vida, passámos por algumas situações em que celebrar era tudo menos a palavra de ordem.
Tínhamos a certeza de que estávamos a fazer o melhor, mas as circunstâncias e variáveis resultavam em imprevistos complicados. Um fornecedor que não ativava o serviço de gás, um forno que avariou, um móvel cuja montagem quase requeria um doutoramento… Celebrar para quê? Todo este processo parecia um fiasco!