29 julho 2009

Como Ele nos ama...

Gosto da música e da letra... Consegues compreender com toda a profundidade como Ele te ama? Vamos ter a eternidade para descobrir... mas podemos começar já. Um relacionamento que cresce. Um amor que se fortalece.

22 julho 2009

Home

Uma das minhas músicas preferidas... é pena que nem sempre veja a vida nesta perspectiva. É bom estar com Deus aqui... e desejar ir para casa.

20 julho 2009

A minha força és Tu

Acordei com esta música na cabeça... e o dia foi uma extensão da mesma. "Coisas que podem roubar a alegria do Senhor" e "Confiar em Deus, no meio das circunstâncias" foram os temas das pregações que ouvi...


O vídeo

É muito "velho" e a música também... mas continua actual hoje (excepto o penteado!). Quem frequentou o C.B. no final dos anos 80/início dos anos 90 pode-se lembrar... eu lembro-me.



A letra
I open my eyes to the sound of morning news
And wish for ten more minutes left to sleep
And as I get into the shower the thoughts of
facing one more day
Overwhelm me and I begin to weep
And I've never felt like I've needed Your help,
so bad

Verse 2:
Well, my tears are pushed away now for the
sake of morning rush
'Til the Bible on the table catches my eye
And I read that you are near to the hearts that
break with grief
And I realize that I don't have to try
To live life myself because You're ready to help me live

Bridge 1:
And everyday I look to you
To be the strength of my life
You're the hope I hold onto
Be the strength of my life

Chorus:
Be the strength of my life
Strength of my life
Be the strength of my life today
Be the strength of my life
Strength of my life
Be the strength of my life today

Verse 3:
Each day has its problems, it troubles and its tears
And it seems I'm always anything but strong
When I learn to know my weakness,
I understand your strength
And even when the hard times last so long
I won't try by myself, I'll just ask for Your help
Each day

Leslie Phillips


A passagem para meditar (usada na pregação desta tarde)

O Senhor está comigo! Não tenho razão nenhuma para recear, seja o que for, que me possam fazer os homens! O Senhor está comigo, dando ajuda a todos os que me apoiam. Tenho a certeza de que triunfarei sobre os que me querem mal. É melhor confiar no Senhor do que confiar nos homens.
(Salmo 118:6-8, versão "O Livro")

16 julho 2009

Alguém a está a ouvir?

A nossa indiferença pode levar a uma crise de pertença... e a uma perda espiritual tremenda... quantas vidas nos passam entre os dedos?

14 julho 2009

Escolhas

Cega o que sentes

Desejar alguma coisa é bom... ter objectivos na vida, sonhos e pessoas por quem se lutar...

Viver sem desejar alguma coisa é como vegetar. Perde-se o sentido da própria vida. Acaba-se por entrar numa espiral de sentimentos de auto-piedade, de desespero e "desesperança". A certa altura, é preciso parar para pensar no caminho que palmilhamos e para onde estamos a ir... e mudar de rumo, ou ganhar um rumo.

Mas viver simplesmente baseado nos nossos desejos, também é um perigo tremendo. A Bíblia tem dezenas de exemplos, princípios e avisos neste sentido. Os nossos desejos precisam ser controlados pelo Espírito de Deus, para que não sejam eles a dominar-nos.

Ambos os opostos se resolvem num pressuposto básico, simples mas que temos tremenda dificuldade em assumir: precisamos depender de Deus em tudo o que fazemos, pensamos e dizemos. Deus não quer que sejamos pessoas amorfas e sem objectivos, mas não nos criou para viver numa corrida desenfreada por tudo o que nos desperta os instintos.

O auto-domínio é parte do fruto do Espírito. Significa fazer escolhas e não seguir apenas os nossos sentidos e pensamentos. O auto-domínio requer uma renovação constante da nossa forma de pensar, em conformidade com o que o Espírito, através da Palavra, coloca em nós.

"Portanto, se o teu olho, mesmo que seja o que vê melhor, te leva à cobiça, tira-o e arremessa-o para longe de ti. Melhor é que seja destruída uma parte do teu corpo do que seres lançado todo inteiro no inferno." (Mateus 5:29, versão "O Livro")

Jesus falou num contexto muito específico, mas o princípio é óbvio. Talvez seja difícil de engolir este pedaço do Pão do Céu... para mim, é! É extremamente penoso extrair da minha vida, dos meus hábitos, aquilo que tenho de mais precioso... mas que me domina, mais do que Deus.

Preciso que Deus arranque de mim aquilo que me corrompe e domina, para poder viver debaixo daquilo que Ele deseja. Esta mutilação temporal é o remédio para que não haja nada que me separe d'Ele. Por vezes é melhor viver mutilado na terra do que ser mutilado da relação com Deus.

O mundo "segue o que sente". E tu? "Cega o que sentes" e deixa Deus ter primazia na tua vida.


08 julho 2009

A culpa é dos Delfins

Numa manhã como as outras, ouvia o rádio, a caminho de Lisboa. Enquanto percorria as várias estações, uma música dos Delfins fez-me parar.
É o tema de apresentação do anunciado último álbum da banda. Algures, a letra diz: “Não te convences que falas com Deus. Fala comigo sem pestanejar. Uma conversa pode ajudar a abrir caminho no meio do mar.” O conteúdo faz pensar, não achas?
Já viste que, no geral, não temos assim muita “pachorra” para falar de Deus, porque achamos que isso cheira a “mofo” de religião? Podemos associar Deus a regras, leis ou ritos que não nos atraem, ou as pessoas que dizem que são Seus seguidores, mas que não têm nada de “santo”. Mas, será que Deus tem culpa dos rótulos que Lhe pomos?
Não sei porque é que os Delfins escreveram aquela música, mas reconheço que não é um assunto muito popular.
Bem, na verdade, há muita gente a falar contra Deus, a dizer que Ele existe mas nos abandonou. Depois também há quem defenda que tudo é Deus – até os “calhaus”! - Ou que nós somos deuses e controlamos o nosso destino... Há por aí de tudo. Oops! Já me ia esquecendo. Também há quem diga que Deus existe, que nos criou e nos ama..
E tu? O que dizes? Se calhar achas que quando fores idoso (ou idosa) vais ter tempo e paciência para pensar em Deus. Podes nem estar preocupado com isso... mas eu quero fazer-te um desafio.
Esta proposta é só para aqueles que estão insatisfeitos com a vida que têm. Para aqueles que, mesmo não acreditando em Deus, por vezes ficam deprimidos a pensar que a vida não vale a pena. Para aqueles que até são religiosos mas se sentem insatisfeitos. Para aqueles que estão presos ao álcool, às drogas, ao jogo, à pornografia e não conseguem sair daí. Para aqueles que querem conhecer Deus em pessoa.
Este desafio chama-se Jesus. Quando conheces Jesus, conheces Deus. Quando te ligas a Jesus, ligas-te a Deus. Quando experimentas Jesus, experimentas Deus.
Aceita o convite de Jesus: Venham a mim todos os que estão cansados e oprimidos e eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28, Versão “O Livro”).

Experimenta Jesus.

Ana Ramalho

in revista BSteen, Julho 2009


07 julho 2009

Uma vida transformada pelo poder de Deus

Um testemunho de alguém que conheço bem de perto.

Dormir com o inimigo

Uma traição nunca começa como tal. Tudo se inicia com um desejo que, sendo alimentado e proporcionado pelo ambiente certo, dá à luz a criação de um percurso de avanços e recuos, até se concretizar.

Como Sansão se deixou seduzir pelas mulheres do povo inimigo, que era suposto ele destruir, pensamos por vezes que podemos brincar com as forças inimigas do nosso bem-estar espiritual – a nossa natureza pecaminosa, o sistema altamente produzido do mundo, ambos influenciados pelo arquitecto da nossa desgraça, Satanás.

Pode acontecer no auge, numa fase de solidão ou desilusão. Pode ser uma volta de 180º ou um processo lento, quase imperceptível. Começamos por deixar de acreditar em Deus e em partes da Sua vontade para a nossa vida. Depois, vamos rondando os valores mundo, a suposta satisfação de não ter limites, mas acreditamos ser auto-suficientes para resistir. Como Sansão, achamos que a nossa força é eterna.

A seguir, a nossa paixão começa a dar-nos momentos de apatia, a pensar nos anjos sem asas que nos rodeiam e que nunca nos irão frustrar, no quanto vamos ser realizados e felizes no momento em que pudermos saltar a cerca da nossa protecção espiritual e comer mais um pouco dos saborosos manjares daquilo que a nossa velha natureza gosta.

Esquecemos que a cerca está ali para nos proteger... e até culpamos Deus e “aqueles fanáticos” por limitar o nosso prazer... Arranjamos os nossos argumentos, para nos sentirmos bem... não queremos sequer pensar que estamos a ficar agarrados, presos e imobilizados. E continuamos a dissimular a nossa espiritualidade, contando que cumpramos os nossos deveres de cristão todo o santo fim de semana...

A dose de anestesia que Satanás vai introduzindo pelas veias dos nossos desejos corruptos tira-nos a visão espiritual, corrompe o nosso estilo de vida e leva-nos a uma espiral de conformismo com a situação. Se Deus contende connosco e nos manda alertas, remediamos com um pedido de perdão e seguimos o mesmo caminho na nossa própria força, sem querer retroceder um milímetro.

Se não acordarmos no meio deste processo, e não nos afastarmos das saias que tentam a nossa espiritualidade, podemos cair... dormir com o inimigo e acabar por dar à luz a nossa perdição.

É verdade que o sal não pode ficar dentro do saleiro para temperar, mas também é uma realidade que se pode tornar insípido – sem valor.

Muitos têm fechado os olhos e, quando acordam, têm a “última hipótese” de fazer a vontade de Deus, tal como aconteceu com o cego Sansão no final da vida.

Eu não quero morrer nos escombros das minhas más decisões, num último acto heróico. Eu não quero que seja necessário ficar cega e inútil para ver como perdi a minha vida por namorar uns momentos de prazer efémero, sejam eles quais forem, e trair o meu Amado.

Deus, por favor, ajuda-me a compreender que se não renovares a minha visão espiritual a cada dia, posso cair em amores proibidos, sejam eles o ódio, a inveja, a murmuração, a ganância, a arrogância, o egoísmo, a indiferença, a lascívia, a sensualidade, a mentira, a manipulação, os vícios, qualquer forma de jugo desigual que destrua o nosso noivado. Que eu Te ame sempre, e me dedique àqueles que Tu amas, como desejas que faça. Que eu compreenda que me podes levar para o vale, mas que eu nunca crie esse vale e fique dependente de mim mesma.

Assim seja.

02 julho 2009

Livre-trânsito

Estava na Austrália, numa grande conferência. A curiosidade para conhecer os meandros daquela gigantesca organização era imensa. Estamos a falar de mais de 20.000 congressistas e cerca de 3.000 voluntários a servir em várias áreas.
Paguei a inscrição e tinha o meu cartão de identificação, essencial para assistir aos seminários e reuniões que me interessavam. No entanto, limitava-se a isso mesmo: entrar e sair das reuniões.
O David e a Sue eram os meus anfitriões. Eles pertenciam à equipa de voluntários. Um dia, o David levou-me a conhecer uma parte dos bastidores.
Explicou-me sinteticamente o que faziam naquele espaço e depois disse: “Há outras salas como esta, onde todos os voluntários podem entrar. Por questões funcionais e de segurança, no último piso, onde estão os convidados especiais e alguns dos líderes da organização, só um número restrito tem acesso”. Então, olhou para mim com um grande sorriso e disse “Eu tenho um livre-trânsito para todas as zonas. Posso ir lá acima sempre que precisar”.
Muitos têm curiosidade em conhecer gente famosa – daí o sucesso das “revistas cor-de-rosa”. Outros, como eu, em perceber o funcionamento das organizações, as suas estratégias, sistemas de trabalho e quem são as pessoas que asseguram uma direcção de sucesso. Há quem goste de perceber a história de cidadãos comuns que fizeram feitos grandiosos ou venceram grandes desafios na vida...
Quando a nossa curiosidade é satisfeita, ficamos com mais conhecimento que até pode ser útil para o nosso dia-a-dia (embora tenha dúvidas quanto à utilidade da “imprensa cor-de-rosa”). Agora, imaginemos que temos a oportunidade de conviver ou trabalhar um, dois, cinco ou 10 anos ao lado de algum desses gestores, visionários, vencedores? Que mudanças ocorreriam em nós? A nossa vida permaneceria igual?
Vou mais longe ainda. E se tivéssemos acesso directo ao “último andar”, à Pessoa mais importante e preponderante do Universo? Se pudéssemos levar a vida toda a conhecê-La? De que modo seríamos transformados?
“Nós ressuscitámos com Cristo, e foi-nos concedido por isso o direito de acesso espiritual, pela fé, ao mundo divino em que Cristo habita. (...) Porque pela sua graça é que somos salvos, por meio da fé que temos em Cristo. Portanto a salvação não é algo que se possa adquirir pelos nossos próprios meios: é uma dádiva de Deus. Não é uma recompensa pelas nossas boas obras. Ninguém pode reclamar mérito algum nisso”. (Efésios 2:6,8 e 9 - versão “O Livro”).
Temos acesso a Deus e a todas as Suas bênçãos, se quisermos. Não precisamos realizar qualquer tarefa, nem ter “bons contactos” no mundo religioso... basta aceitarmos que Jesus morreu para nos dar acesso a Deus, e ressuscitou para garantir que pode mesmo abrir-nos a porta para o Céu.
Para quê pagar a “inscrição” numa religião que depende do que faço, de uma espiritualidade diluída com auto-ajuda e esoterismo camuflado, se posso viver gratuitamente minuto a minuto com o Maior dos maiores? Somos salvos da ignorância sobre quem é Deus, como Pessoa, e temos entrada na Sua presença em qualquer momento, por causa de Jesus.
Eu quero viver sempre com a consciência de que não mereço, mas tenho entrada directa na Sala do Rei, pelo indescritível acto de amor de Jesus. Quero viver nessa verdade e aproveitar ao máximo o livre-trânsito que Jesus pagou por mim.


Ana Ramalho

in revista Novas de Alegria, Julho 2009